Responsáveis pela absorção de impactos, realização e controle de movimentos, suporte do peso corporal e dissipação da força da gravidade, os joelhos são também uma das regiões mais vulneráveis a traumas, não só pela suas funções, mas pela localização anatômica – se você já acertou, e xingou, a mesa de centro da sala ou a cama, deve ter descoberto isso. Segundo a Escola Médica de Harvard (EUA), entre os 25 e 75 anos, sua probabilidade de ter uma lesão ou problemas nos joelhos é de 50%. Além das doenças degenerativas, que avançam com a idade, como a artrose ou a osteoartrite, as quais algumas pessoas são mais predispostas geneticamente a desenvolver, há outros fatores de risco que são bem mais fáceis de você prevenir.
Assim como os esportistas que exigem muito dos seus joelhos, as mulheres também tem uma predisposição maior, porque elas têm características anatômicas que propiciam uma maior sobrecarga nas pernas e, em alguns casos, no joelho.
Alguns sintomas, como dificuldade para andar ou descer degraus, por exemplo, podem significar o início de um problema. O ideal, nesses casos, é procurar um médico para evitar doenças mais graves, como a artrose --quando o desgaste da cartilagem atinge a superfície óssea e o contato articular se faz osso contra osso.
Problemas acontecem principalmente porque ocorre um desgaste na cartilagem e nos meniscos, que facilitam movimentos e absorvem impactos.
A minha proposta de pauta é a da realização de uma matéria com o Dr. Geraldo Granata Jr, medico ortopedista especialista em joelhos, do CTJ – Centro de Tratamento do Joelho e membro do Grupo de Joelho de Artroscopia do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo.
Dr. Geraldo Granata Jr. é membro de diversas sociedades nacionais e internacionais, já recebeu alguns prêmios por teses defendidas em sua especialidade e participa como palestrante em congressos nacionais e internacionais sobre artroscopia, cirurgia de joelho e traumatologia do esporte.